
Estás a ser julgado
No tribunal do meu espírito.
Os clamores da minha alma ouvem-se,
Discute-se a sentença
Para que a justiça vença.
Tu estás no banco dos réus,
Os teus medos cobrem-te como véus.
Como te odeio,
Como desejo ver-te morto,
Como me sinto mal
Em ver-te no meu tribunal!
O meu ressentimento é superior à justiça,
Como a chicotada à carícia.
O teu nome não quero mais ouvir,
Teu rosto desejo ver desfigurado
Pela dor e um torturado.
Como te odeio,
Como te odeio!
És cobarde
E eu...
Odeio-te!
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