
No templo da saudade
Arde uma ténue chama.
Olho essa chama
E vejo dias que não vivi,
Horas que desperdicei,
Gargalhadas que não ri,
Lágrimas a mais que chorei.
No templo da saudade,
Nesse solo sagrado,
Vejo um coração despedaçado,
Recordando o qe poderia ter sido,
O que podia ter feito,
O que podia ter sorrido.
Nesse templo da saudade,
O Tempo é o pregador,
o Ouvinte sou eu...
Pregador impiedoso
Ouvinte dele desejoso.
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