
Verde campo de solo nú,
Escuridão de estrelas de sol,
Rosa azul sem espinho,
Deito-me, só, no leito dum mar vermelho,
Respiro ar de fogo líquido
E finjo esquecer o que lembro.
Ternura de espada em punho,
Ardor sem chama,
Ódio feito de amor puro.
Sonho com o novo real velho,
Abro o peito a sensações fechadas
E finjo lembrar aquilo que esqueço.
As horas passam num relógio parado.
Eu caminho sobre pés que não possuo.
Farsa.
Ilusão.
Vida.
1 comentário:
Amiga!
Vida... certamente!
É a vida...
Bjs
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