A flor que desabrocha, eu vejo.
O bébé que nasce, eu vejo.
O sol que brilha, eu vejo
O lar feliz, eu vejo.
Um parzinho amoroso, eu vejo.
A primavera, vejo.
As mãos unidas, vejo.
A fraternidade, eu vejo.
A esperança, vejo.
A flor que espezinham, eu vejo.
O feto que não deixaram viver, eu vejo.
A tempestade que destruiu lares, vejo.
A família desfeita, vejo.
O ódio a dois, eu vejo.
Os punhos erguidos, eu vejo,
O egoísmo, eu vejo.
A morte de tudo, eu vejo.
E no fim disto tudo,
Farta de ver e olhar,
Pergunto-me para que raio existo
E se há um Deus para amar...
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